Ministra prometeu o hospital no Seixal, Joaquim Santos é ver para crer

  • 06/01/2020
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Ministra prometeu o hospital no Seixal, Joaquim Santos é ver para crer

A 23 de Dezembro o presidente da Câmara do Seixal vai reunir com a ministra da Saúde, e já disse que vai bater na tecla das urgências do Garcia de Orta e na construção do hospital no concelho da baía.

Já é uma tradição no concelho nesta época do ano, mas por certo que o Seixal preferia trocar a tradição pelo hospital que reclama, há mais de dez anos. No passado sábado realizou-se “Mais um Natal sem o Hospital no Seixal”, foi no palco da Sociedade Filarmónica União Seixalense com vários artistas portugueses mas, pelo meio do programa, a comissão de utentes e Joaquim Santos, presidente da Câmara Municipal do Seixal, mostraram o deu desagrado pelo impasse da obra.

Com alguma satisfação pelo andamento de obras de novos centros de saúde no concelho, o presidente Joaquim Santos não deixa cair a importância de uma unidade hospitalar a funcionar no município. Mas quando as promessas se arrastam no tempo os autarcas desconfiam e, ao que parece, nem mesmo depois da ministra da Saúde, Marta Temido, ter prometido ao presidente da Câmara que o futuro hospital do município estará construído em 2023, num investimento total de cerca de 74 milhões de euros, foram motivadas muitas palmas.

“Recordo-me que em 2009, com a ministra da saúde Ana Jorge, e depois a adenda ao protocolo, em 2018, com o ministro da saúde Adalberto Campos Fernandes. Agora estamos em 2019, e vemos novamente a promessa de mais uma ministra, Marta Temido, que disse que em 2020 iria inscrever 50 milhões de euros para o Hospital do concelho do Seixal, que servirá não só o município do Seixal, mas também Sesimbra e Almada, porque vamos ter menos pressão no Hospital Garcia de Orta”, dizia Joaquim Santos no discurso à população.

E falando de custos para o Orçamento do Estado, o autarca referia que “o hospital no Seixal representa um investimento de 50 milhões de euros”, portanto, equivale a “um quarto do que custa um hospital central” e consegue responder a “80% das necessidades da população do Seixal e de Sesimbra. É um investimento adequado, é um investimento certo, é um investimento que tem de ser concretizado”.

No discurso que publicou na sua conta de Facebook, Joaquim Santos é imperativo ao dizer que “para além do investimento das juntas de freguesia, das câmaras municipais, precisamos que o Estado de forma decisiva e imediata execute aquilo que há muito a população espera, que é investir na qualidade de vida e investir na sua saúde”.

A isto adiantou que a ministra da Saúde marcou uma reunião a 23 de Dezembro com a Câmara do Seixal e, neste encontro, adianta Joaquim Santos que vai continuar a afirmar que “a urgência pediátrica do HGO não pode continuar encerrada”, e que “o Hospital do Seixal tem que ser construído para beneficiar o Seixal, mas também Sesimbra e Almada, com o desanuviamento do Garcia de Orta”. E a estas reivindicações irá acrescentar “mais investimentos dos centros de saúde que faltam concretizar”.

FONTE:Diário da Região setubalense

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