Proteção Civil alerta para agravamento do tempo em Aveiro
- 12/02/2026
Num comunicado divulgado ao final da tarde, o Comando Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil da Região de Aveiro refere que devido à aproximação e passagem de ondulação frontal com corrente de oeste, prevê-se um novo agravamento das condições meteorológicas adversas, com chuva persistente, vento forte e agitação marítima.
Estas condições, segundo a mesma fonte, deverão verificar-se sobretudo entre o final da tarde de hoje, e sexta-feira, pelo que se espera a continuidade das situações de cheia/inundação atualmente existentes nos municípios da região de Aveiro.
Mantém-se, desta forma, ativo preventivamente o Plano Distrital de Emergência de Proteção Civil de Aveiro, que está em vigor desde terça-feira.
O Comando Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil da Região de Aveiro informa ainda que as ocorrências mais relevantes nas últimas horas são sobretudo cortes de via e danos em algumas habitações ou estruturas, por cheia/inundação e, em alguns casos pontuais, movimentos de massa/derrocadas.
"Houve necessidade pontual de apoiar algumas pessoas, nomeadamente através do fornecimento de bens de primeira necessidade, devido à inundação de vias de acesso a habitações, em Albergaria-a-Velha, estando todas as situações a ser acompanhadas pelos Serviços Municipais de Proteção Civil, agentes de proteção civil e organismos de apoio dos vários patamares", refere a mesma nota.
Atendendo ao corte dinâmico de várias vias rodoviárias na região de Aveiro, pela evolução da situação hidrológica, o Comando Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil da Região de Aveiro continua a apelar aos cidadãos para que não circulem nas referidas vias, dado o risco envolvido.
Dezasseis pessoas morreram em Portugal na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.
A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias são as principais consequências materiais do temporal.
As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo são as mais afetadas.
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