Temporal: Forças Armadas com atuação "robusta" a partir de 30 de janeiro
- 10/02/2026
Em conferência de imprensa na Academia Militar, concelho de Amadora, Lisboa, a porta-voz do Estado-Maior-General das Forças Armadas (EMGFA), tenente-coronel Susana Pinto, adiantou que os militares estão no terreno desde o dia 28 de janeiro, primeiro dia da tempestade Kristin.
A militar salientou que as Forças Armadas "são agentes de proteção civil secundários no sistema de proteção civil", e o primeiro pedido que receberam da Proteção Civil foi no dia 28 às 09:00, tendo respondido às 13:00 do próprio dia.
No dia 29 de janeiro, às 10:30, foi implementado o estado de prontidão "azul", que implica uma resposta de 24 horas.
O porta-voz da Marinha, comandante Sá Granja, adiantou que existiram dois momentos na atuação das Forças Armadas: um primeiro com pedidos que chegaram via Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) e um segundo "que foi muito mais robusto".
Esta robustez na resposta explica-se pelo facto de ter sido dada autorização para um "contacto direto" entre os ramos das Forças Armadas e os municípios, colocado em prática a partir do dia 30.
"Essa autorização do apoio dos municípios e do contacto direto dos ramos das Forças Armadas com os próprios municípios decorre de uma alteração ou de uma nova linha de ação que foi determinada a nível governamental", acrescentou, sem detalhar.
A partir desse momento, de acordo com o porta-voz da Marinha, o número de meios, de efetivos e de ações no terreno "aumentou substancialmente".
ARL // JPS
Lusa/Fim








