Inglaterra mantém fim do bloqueio total para conter transmissão do coronavírus em 2 de dezembro

  • 22/11/2020


Data do fim do 'lockdown' era prevista desde o início de novembro, quando começaram as restrições. O primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, também anunciou que pretende começar a vacinação contra a Covid-19 no mês que vem, se alguma vacina for aprovada até lá. Ciclistas pedalam na Rua Oxford, em Londres, em meio a lojas fechadas pelo bloqueio total para conter a disseminação do novo coronavírus, no sábado (21). Dominic Lipinski/PA via AP O primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, anunciou na noite de sábado (21) que o bloqueio total na Inglaterra, para conter a transmissão do novo coronavírus (Sars-CoV-2), vai terminar no dia 2 de dezembro, como estava previsto. O "lockdown" no país começou em 5 de novembro, como forma de diminuir o contágio pela Covid-19. EUA ultrapassam 12 milhões de infecções por Covid-19 Johnson também disse que pretende começar a vacinar a população do país no mês que vem, se uma vacina contra a doença for aprovada até lá. O governo informou que vai aumentar a testagem para conter o vírus até que as vacinas sejam distribuídas. A intenção do premiê britânico, com o fim do bloqueio nacional, é voltar a usar um sistema de "três níveis" (veja detalhes mais abaixo) de restrições de forma localizada na Inglaterra – com cada região enfrentando diferentes medidas com base na gravidade de seus surtos. O governo deve discutir os planos de forma detalhada neste domingo (22) e informar o Parlamento sobre as decisões na segunda-feira (23). Críticas aos 'três níveis' O grupo de consultoria científica do governo deve publicar relatórios também na segunda-feira mostrando que a estratégia anterior de "três níveis" de Boris Johnson não foi forte o suficiente – e recomendando restrições mais duras quando ela for adotada de novo. No sistema antigo, um nível de alerta “médio” exigia que os restaurantes e pubs fechassem às 22h e proibia a população de se reunir em grupos com mais de 6 pessoas. O nível "alto" impedia que as pessoas se reunissem em ambientes fechados com alguém que não fosse de sua própria casa ou de uma "bolha de apoio" estendida. Em áreas sob alerta “muito alto”, pubs e bares só podiam permanecer abertos e servir bebidas alcoólicas se fossem acompanhadas de uma refeição farta. Além disso, as pessoas eram alertadas a não entrar ou sair dessas áreas. Mais atingido O Reino Unido tem o maior número de mortos pela Covid-19 em toda a Europa: eram 54.722 óbitos até as 10h45 deste domingo (22), segundo monitoramento da universidade americana Johns Hopkins. O bloqueio total que começou no início do mês tentou evitar que o sistema de saúde britânico (NHS, na sigla em inglês, semelhante ao SUS brasileiro) fosse sobrecarregado. Serviços não essenciais como lojas, academias, bares e restaurantes foram fechados. A maioria das reuniões sociais também foi banida, mas as escolas permaneceram abertas. O número de novos casos tem começado a cair no país, segundo a Associated Press. Nos últimos sete dias, a taxa de testes positivos caiu 13,8% em relação à semana anterior. O secretário de Saúde britânico, Matt Hancock, disse à imprensa na sexta-feira (20) que o bloqueio total (lockdown) conseguiu frear a disseminação do vírus – mas enfatizou que as pessoas precisavam continuar a seguir as regras para manter o número de casos baixo. VÍDEOS: Veja as novidades sobre a vacina contra a Covid-19:

FONTE: https://g1.globo.com/mundo/noticia/2020/11/22/inglaterra-mantem-fim-do-bloqueio-total-para-conter-transmissao-do-coronavirus-em-2-de-dezembro.ghtml

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